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O que foi dito sobre o Pachamama…

O que foi dito sobre o Pachamama…

“Um festival feito por artistas, pessoas que executam de coração, com grande coração.”
(Gisele Motta – atriz)

 

“Fico muito feliz em participar do Pachamama, porque o Festival está indo para os locais mais distantes do centro da cidade, para as periferias, e eu fiz um filme que trata justamente desta realidade. É um privilégio estar aqui mostrando meu filme para uma platéia escolar e de periferia.”
(Jeferson De – Diretor de Bróder)

 

“Para a cultura não há fronteiras e o Pachamama é um festival de cinema que vai muito além das fronteiras. Parabéns aos realizadores e, principalmente, parabéns aos que acreditaram e acreditam neste projeto.”
(Dande Tavares – Economista)

 

“É Brasil, Acre, Peru e Bolívia. Tão parecidos, tão perto e tão longe e o Pachamama permite estes encontros.”
(Karla Martins – Produtora Cultural)

 

“O Festival mais bacana que fui nos últimos tempos!”
(Fernanda Kalume – Produtora cultural)

 

“No PACHAMAMA acontece uma coisa especial, além de podermos ver bons filmes brasileiros, amazônicos, nós temos a oportunidade de se irmanar com o saber de cinema, com a cultura de países próximos. Eu fiz questão de vir. Este Festival deve crescer muito, se expandir em vários sentidos, ultrapassar fronteiras.”
(Matheus Nachtergaele – diretor do filme A Festa da Menina Morta)

 

“É muito importante pensarmos em integração a partir do ponto de vista artístico, pois na arte encontramos o ser humano. É incrível encontrar pessoas de países diferentes, mas com tantos ideais comuns, colegas de profissão e público. Poder apresentar nosso trabalho e conhecer a produção audiovisual de outros países, isso é muito rico.”
(Tomás Bascopé – diretor do filme boliviano El Ascensor)

 

“Temos uma história comum. Podemos ver nos filmes muitos elementos culturais e questões humanas comum. O cinema tem este papel, de nos aproximar. De nos reencontrar.“
(Ricardo Cabellos – produtor do filme peruano De Ollas y Sueños).

 

“Para mim é muito importante este festival, porque é um ponto de encontro entre várias culturas e acredito que o cinema é o melhor embaixador das culturas. Eu creio que a cultura é o melhor método e meio para aproximar os povos… Não só fazer estradas físicas, mas vias de comunicação por meio da arte .”
(Mela Marquez – diretora da Cinemateca Boliviana)

 

“É um cinema que se aproxima das pessoas, é um trabalho de democratização e de descentralização do cinema. O Pachamama reúne filmes que falam de identidade, de raiz cultural própria”
(Stefan Kaspar – Grupo Chasky – Peru)

 

“Acredito que a cultura é a melhor maneira de criarmos redes, de nos conhecermos, de nos escutarmos, porque realmente vivemos a mesma realidade.”
(Cristian Mercado – ator)

 

Otto, por Talita Oliveira“Porque não existem fronteiras, baby… Bom pra mim, bom pra você. Ruim pra mim, ruim pra você. Que o Acre, o Pachamama, se torne um centro do pensamento latino-americano. Agora é a vez deste extremo Norte. Viva Chico Mendes, com todo respeito. Viva Chico Mendes!”
(Otto – músico)

 

“Que o Pachamama tenha de fato representatividade latino americana!”
(Gero Camilo – ator)

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