Novas Tendências do Cinema Contemporâneo

Quarta-feira, 25/11, das 15h às 18h

O cinema tem apenas 120 anos de vida e em todo esse tempo foi a única arte que morreu e ressuscitou, reinventou-se e adaptou-se a uma diversidade de linguagens, contextos e territórios. O que é esse cinema?, é a pergunta que Andrá Bazin se fazia 60 anos atrás. A mesma pergunta ainda é válida e até mais pertinente do que quando foi formulada. Como entender hoje uma linguagem tão travestida de olhares, intenções e interesses. Como nos aproximar e manejar elementos argumentais, narrativos e estéticos que bebem de diversas fontes tão similares e distintas. Quais são as novas tendências do cinema e o que o espera a curto, médio e longo prazo.

Ministrante
lisandro-alonso

Lisandro Alonso (ARG), cineasta, diretor dos longas-metragens Los muertos (2004), Liverpool’ (2008) e Jauja (2014), vencedor do prêmio da crítica no Festival de Cannes.

Discursos Cinematográficos no Processo de Criação

Quinta-feira, 26/11, das 16h às 19h

Ao longo de mais de quarenta e cinco anos de carreira cinematográfica, Luis Ospina tem sido um reconstrutor de vidas alheias, porque crê que o cinema documental é por excelência a arte da biografia e que todo retrato é sempre a reconstrução de uma memória. Luis Ospina é um retratista que intenta colocar-se no lugar de seus personagens para ver o mundo com seus olhos e falar com suas vozes.

Ministrante

luis-ospinaLuis Ospina (COL), cineasta, autor de longas e curtas metragens documentais e de ficção, premiado em diversos festivais internacionais. Diretor do Festival Internacional de Cine de Cali.

Crítica de Cinema

Sexta-feira, 27/11, das 15h às 18h

“Ser crítico de cinema é conversar com os filmes, metaforicamente falando. Não é assisti-los passivamente e disparar rápidos juízos de valor. É comunicar-se com eles, como se tivessem vivos, como se nesse ir e vir pudesse revelar-se algo novo, inesperado. Ser crítico de cinema é desejar surpreender: desfrutar do risco, buscá-lo, pôr-se a seu lado. A crítica não é um serviço ao consumidor, nem um guia de “atividades de fim-de-semana”. É um espaço de encontro entre o espectador e o filme, atravessados pela visão de uma pessoa que procura, a sua maneira, conectá-los. E que possam aproveitar ao máximo possível a experiência de ver cinema.”

Ministrante

diego-lererDiego Lerer (ARG), jornalista e crítico de cinema em diversas mídias nacionais e internacionais.