Jurado Oficial da Mostra Competitiva de Longa-metragem

Adirley Queirós é diretor de cinema e roteirista. Graduou-se em Cinema em 2005 na Universidade de Brasília e, desde então, tem uma atuação cultural constante, principalmente junto à periferia do Distrito Federal, mais especificamente em CEILÂNDIA/DF. Realizou filmes, foi curador de mostras de cinema, jurado de festivais e realizador de encontros para formação na área de cinema. Em 2005, realizou o filme Rap – O Canto da Ceilândia, documentário curta-metragem que ganhou treze prêmios no Brasil. Em 2009, foi diretor, roteirista e produtor executivo dos filmes Dias de Greve e Fora de Campo. Em 2010, foi diretor, roteirista e produtor executivo do premiado documentário A CIDADE É UMA SÓ?, ganhador de vários festivais no Brasil, inclusive a Mostra de Cinema de Tiradentes, tendo participado de alguns festivais internacionais.

Diego Lerer é de Buenos Aires, licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidad de Buenos Aires, entre 1992 e 2012 foi crítico de cinema e editor do Suplemento de Espectáculos do jornal Clarín da Argentina. Atualmente colabora como jornalista e crítico de cinema em mídias nacionais e internacionais. Foi Vice-presidente da Federación Internacional de la Crítica Cinematográfica (FIPRESCI) entre os anos de 2005 e 2009 e Presidente da filial argentina dessa associação até 2014. Foi Delegado para América Latina dos festivais de Zurique, Veneza e Roma. Atualmente cumpre essa mesma função no Festival de Cinema de Beijing, China. É autor do livro “Leonardo Favio: Soñarel cine” (Cuadernos de Cinema23, México, 2015) e atualmente é professor da Indústrias Culturais em TEA Arte (Buenos Aires).

Lisandro Alonso nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1975. Começou a carreira no cinema como assistente de som e depois de direção. Em 2001, dirigiu, escreveu, produziu e montou o elogiado La libertad (2001), seu longa de estreia. Dirigiu também os longas-metragens Los muertos (2004); Fantasma (2006) e Liverpool’ (2008). Jauja venceu o prêmio da Crítica da mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes.

Jurados UFAC – Universidade Federal do Acre

Fabiana Nogueira Chaves atua como produtora cultural na UFAC, onde também trabalha com integração comunitária e educação popular feminista. Mestre em Ciências da Comunicação pela USP e graduada em Comunicação pela UFV, é pesquisadora do grupo Amajor – Meio Ambiente, Direitos Humanos e Jornalismo na Amazônia, do Núcleo de Estudos de Gênero da Amazônia – Nega, e do Centro de Estudos Latino Americanos de Comunicação e Cultura – CELACC.

Gerson Rodrigues de Albuquerque é Doutor em História Social pela PUC São Paulo, Professor Associado do Centro de Educação, Letras e Artes da UFAC, onde Coordena o Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade e integra o Núcleo de Estudos das Culturas Amazônicas e Pan-Amazônicas – Nepan. Dentre seus principais temas de atuação constam: Oralidade e Memória, Estética e História da Arte, entre outros.

Giselle Xavier d’Ávila Lucena é professora do curso de Jornalismo da UFAC. Mestre em Comunicação Social – Interações Midiáticas, pela PUC Minas e especialista em Produção e Crítica Cultural, pelo IEC/PUC Minas. Autora do livro “Do Chico ao Pop: Jornalismo e Cultura no Acre”. Foi assessora de comunicação da Fundação Garibaldi Brasil e produz conteúdo para artistas e projetos artísticos no Acre.

Hélio Moreira da Costa Júnior é doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em História pela Universidade Federal do Pernambuco (UFPE). É professor do curso de História da UFAC. Desenvolve pesquisa na área de História, Cultura, Cinema, Movimento Cineclubista brasileiro, entre outros.

Mariana Ciavatta Pantoja é antropóloga, com trabalhos de pesquisa científica e assessoria política junto à comunidades tradicionais agroextrativistas, em especial na região do Alto Juruá. Leciona na UFAC desde 2005, onde também coordena o Laboratório de Antropologia e Florestas – AFLORA.

Jurado Oficial da Mostra Competitiva de Curta-metragem

Danilo de S’Acre é um artista plástico brasileiro, fixado na região amazônica. Aprimorou sua arte, manifestada em telas, ilustrações, gravuras e esculturas, na Itália, onde permaneceu por 13 anos. Utiliza elementos naturais da floresta para compor suas obras. O resultado é uma produção abstrata que nos convida a uma viagem insólita.

María Galindo comumente se apresenta como grafiteira, ativista anarco-feminista e lésbica pública. É psicóloga, radialista e ex-apresentadora da televisão boliviana. Realizadora do documentário 13 Horas de Rebelión, que retrata o processo de rebelião de mulheres bolivianas, rompendo com a imagem da mulher submissa. Segundo ela, o filme “oferece às mulheres uma nova visão de si mesmas.” Por suas performances controversas (referidas como performanceart ou happenings), ela já foi presa e agredida pela polícia boliviana. Já expôs sua visão de mundo e sua arte corporal em importantes bienais do mundo, como a da Espanha, de Veneza e de São Paulo. Atualmente, reivindica os direitos das mulheres que são vítimas de abuso e assédio sexual causada pelo machismo.

Marisa Melo é formada em Cinema e Vídeo pela Faculdade de Artes do Paraná, trabalha com produção de cinema desde 2007. É sócia-diretora da Grafo Audiovisual, onde atua como produtora executiva e diretora de produção em curtas e longas metragens e como diretora artística. Produtora e curadora do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba. Os principais filmes que produziu: “Para minha amada morta (2015)”; “Pátio” (2013); “A gente” (2013); “A fábrica” (2011); e “Circular” (2011).

Jurado Oficial da Mostra Competitiva de Cinema Comunitário Stefan Kaspar

Malu Ochoa é arqueóloga e indigenista, trabalha na Comissão Pró Índio do Acre desde 1994. Iniciou a sua experiência assessorando e coordenando o programa de Formação de Professores Indígenas, e depois coordenou e organizou diversos eventos, publicações e pesquisas em parceria com os povos Indígenas. Atualmente coordena o Programa de Políticas Públicas e Articulação Regional da CPI-Acre, trabalhando com organizações indígenas, sociedade civil e organizações governamentais do Brasil e Peru, com o objetivo promover a gestão socioambiental, o intercâmbio cultural e a garantia dos direitos dos povos indígenas e tradicionais na fronteira binacional. É uma das idealizadoras do projeto Noite Latina que promove há aproximadamente 10 anos a difusão da diversidade dos ritmos musicais latinos.

Marcelo Piedrafita é graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1987), mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993) e doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008). Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena. Atuando principalmente nos seguintes temas: Kaxinawá, Mediação, Tutela, Território Federal do Acre.

Marcos Vinicius é historiador, formado na Universidade Santa Úrsula – RJ; coordenou o Patrimônio Histórico do Estado do Acre, entre 1999 e 2004, e foi Diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil, entre 2005 e 2010. Atualmente é assessor do senador Jorge Viana. Desenvolve pesquisas na área de arqueologia amazônica e história do Acre, produzindo diversos vídeo-documentários, livros, revistas temáticas e colunas em jornais locais.