Premiação VIII Festival Pachamama – Competitiva Curta-metragem

||Premiação VIII Festival Pachamama – Competitiva Curta-metragem
Premiação VIII Festival Pachamama – Competitiva Curta-metragem 2017-11-25T16:37:41+00:00
Em Português

Melhor Filme

NADA

“Nada” se destacou facilmente por sua qualidade narrativa e criatividade, um manuseio impecável da linguagem cinematográfica e performances bem interpretadas. É um retrato íntimo de uma sociedade jovem que questiona seu papel social de acordo com os padrões tradicionais. Da mesma forma que a personagem “Bia” rompe com essa estrutura, o diretor também faz isso em seu filme, introduzindo passagens urbanas como num documentário, e também um toque de humor que traz harmonia a alguns personagens, possivelmente antagônicos. Para um roteiro sólido, honesto, pensativo e direto, onde nada é contado por outros ou sobrou nessa história, “Nada” é o vencedor.

Melhor Diretor

SIMÓN MESA SOTO por MADRE

“Madre” é a expressão adequada da breve linguagem narrativa, é direta, poética e forte. O trabalho de Mesa pode ser apreciado através da poética de cada um de seus planos, sua sensibilidade e capacidade de se aproximar de seus personagens de maneira documental, sem negligenciar uma cuidadosa composição fotográfica. Tudo é harmonioso em Madre: a história, as performances, a fotografia e a narrativa. Por esse motivo, é um prazer conceder o Prêmio de Melhor Direção na categoria Competitiva de Curta-metragem a Simón Mesa Soto.

Menção Especial

O Quebra-Cabeça de Sara

Este documentário em preto e branco é um enigma, e sua beleza é baseada nisso. Sara se desnuda em frente à câmera através de sua narrativa, enquanto seu retrato visual é um íntimo passeio por sua rotina. Por sua sensibilidade, proximidade, beleza fotográfica e criatividade. O Quebra-Cabeça de Sara recebe uma menção especial do júri.

Jurados: Álvaro Olmos, Isabel Carrasco, Nicolás Carrasco

En español
Acta de premiación

Mejor Película

NADA

“Nada” resaltó fácilmente por su calidad narrativa y creatividad, un manejo impecable del lenguaje cinematográfico y actuaciones bien interpretadas. Es un retrato íntimo de una sociedad jóven que se cuestiona su papel social según los estándares tradicionales. Del mismo modo como el personaje “Bía” rompe con esa estructura, el director también lo hace en su película introduciendo pasajes urbanos a modo de documental, así como un toque de humor que le brinda armonía a algunos personajes posiblemente antagónico. Por un guión sólido, honesto, reflexivo y directo, donde nada está contado por demás o queda sobrando en esta historia, “Nada” es la ganadora.

Mejor Director

SIMÓN MESA SOTO por MADRE

“Madre” es la expresión propia del lenguaje narrativo corto, es directo, poético y fuerte. El trabajo de Mesa se puede apreciar a través de la poética de cada uno de sus planos, su sensibilidad y capacidad de acercarse a sus personajes a modo documental sin descuidar una cuidadosa composición fotográfica. Todo es armonioso en Madre: la historia, las actuaciones, la fotográfica y la narrativa. Por ello, es grato otorgarle el premio a Simón Mesa como Mejor Directo.

Mención Especial

O Quebra-Cabeca de Sara

Este documental en Blanco y Negro es un enigma, y su belleza se basa en esto. Sara se desnuda frente a la cámara a través de su narración, mientras su retrato visual es un íntimo recoorido por su rutina. Por su sensibilidad, cercanía, belleza fotográfica y creatividad. O Quebra Cabeca de Sara recibe mención especial del jurado.