Festival de Cinema Pachamama realiza cerimônia de abertura on-line neste sábado

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Solenidade contará com shows, participações especiais, homenagens e filme de abertura

Marcado para os dias 15 a 22 de maio, de forma totalmente on-line e gratuita, o XI Festival Pachamama – Cinema de Fronteira prepara um momento especial para se iniciar como vem sendo feito em todas as últimas edições: com muita arte, ativismo, e claro, um filme marcante de abertura com estreia no Brasil.

Foto: Artetr3s

A cerimônia se iniciará a partir das 18h (Acre), e poderá ser assistida no site www.cinemadefronteira.com.br. O show de abertura será comandado pela artista boliviana multidisciplinar Timpana Music, que apresentará seu álbum e encenação mixagem multimídia eletro folk “Gwandena”, que mistura sequência eletrônicas com instrumentos nativos e folclóricos, cantado em quéchua, guarani e espanhol. A narrativa do show e baseada em mitos e ritmos da Amazônia Afro- Andina das terras altas e baixas da Bolívia.

Um dos grandes momentos especiais do evento terá como participação a atriz Lucélia Santos, que declamará o poema “Tempos de Fronteira”, escrito pelo diretor do Festival, Sérgio de Carvalho. “Amo o Pachamama! Esse Festival incrível é dos momentos mais importantes da cultura que acontece no Acre”, destacou a atriz. O Festival Pachamama ainda homenageará o cineasta baiano Geraldo Sarno, que ficou conhecido por abordar temas como o movimento migratório brasileiro, as religiões e cultura popular.

O grande momento da noite será com a exibição do filme de abertura: “Libório” (2021), do diretor Nino Martínez, da República Dominicana.

A obra retrata a história do camponês Libório, que desaparece em um furacão e volta como profeta. Ele diz que recebeu uma missão: levar o bem e tirar o mal, curar os enfermos e ensinar pelo exemplo. As pessoas começam a se reunir ao seu lado e se mudam para as montanhas para ter total liberdade e desenvolver seu sonho de comunidade independente. Tudo muda quando a invasão de fuzileiros navais dos Estados Unidos quer desarmar e dispensar a comunidade. Libório quer evitar um confronto, mas eles sabem que não podem fugir para sempre.

O diretor do filme falou sobre sua felicidade em ter sua estreia brasileira no Festival Pachamama: “Esse evento que acontece em uma região de convergência do Brasil, Peru e Bolívia é o maior esforço de divulgação do cinema da Amazônia. Estamos muito felizes por poder ter nossa estreia brasileira aqui, e que servirá para unir laços com uma região que no momento carece de símbolos de esperança e agentes de mudança”, relatou Nino Martínez.

A produtora executiva do Festival, Karla Martins, conta mais detalhes sobre a programação do festival: “A curadoria trouxe mais de 45 filmes, sendo que inicialmente seriam 25, dada a força dos trabalhos que estão sendo propostos dentro das obras que serão apresentadas. Além disso, trará um momento importante, que é o encontro de festivais da Amazônia, que sem sombra de dúvidas, a partir deste momento, os cineastas poderão estabelecer redes e relações com mais intensidade”, contou Karla Martins, produtora executiva do evento.

Segundo o diretor do festival, Sérgio de Carvalho, a equipe vem trabalhando com ainda mais intensidade devido ao formato virtual, com o melhor da cinematografia latino-americano, com ênfase em mostras que discutem o contexto político atual, a Amazônia, seus povos originários, e o fazer cinema deste o Norte do Brasil.

“Ano passado, pela primeira vez em 10 anos, não conseguimos realizar o Festival Pachamama, tanto pelo terrível momento da pandemia que ainda estamos vivendo, quanto pela completa falta de patrocínio e apoio, que parece ser a tônica neste Brasil onde o governo federal vem destruindo as políticas públicas para a cultura. Mas resistimos, e esse ano faremos um festival lindo, graças a Lei Aldir Blanc”, ressaltou Sérgio.

O Festival Pachamama é uma realização da Saci Filmes e Yaneramai Films, financiado com recursos da Lei Aldir Blanc do governo Federal, e edital estadual do governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour.

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