HOMENAGEADOS

JÚRIS

Catalina Donoso Pinto

Acadêmica do Instituto de Comunicação e Imagem (ICEI) da Universidade do Chile. O seu trabalho como docente e investigadora foca-se na área dos estudos da imagem, do cinema documentário e dos diálogos entre cinema, teatro e literatura. É autora dos livros: “Filmes
que escutam: reconstrução da identidade em onze filmes chilenos e argentinos (Corregidor, 2007)” e “Não somos crianças”; “Representações problemáticas da infância (Ediciones Universidad Alberto Hurtado, 2020)”, coautora de “(Des) montagem de fábulas”.
“Documentário político de Pedro Chaskel (Uqbar, 2013)” e cinema de Ignacio Agüero. “O documentário como leitura de um espaço (Cuarto Propio, 2015)” e co-editora de “Nomadías”. “O cinema de Marilú Mallet, Valeria Sarmiento e Angelina Vázquez (Heavy Metals, 2016).”

Mary Carmen Molina Ergueta

Crítica e pesquisadora de cinema. Editora de publicações especializadas em audiovisual boliviano. Programadora e produtora de conteúdo cultural vinculado à divulgação da mulher no audiovisual boliviano. Co-fundadora e co-editora do site Cinemas Cine (2009 e 2014). Editora de conteúdo impresso do Radical Film Festival, que ocorre em La Paz (desde 2016) e co-editora de livros sobre cinema boliviano, como “Insurgências”. “Critical Approaches to Insurgentes” de Jorge Sanjinés (2012) e “Latin America Radical'' (2019). Cofundadora em 2019 da plataforma digital www.imagendocs.com. Graduada em Letras e candidata ao Mestrado em Literatura Boliviana e Latino-americana pela Universidad Mayor de San Andrés de La Paz. Como pesquisadora em literatura, ela se especializou em literatura boliviana e literatura boliviana escrita por mulheres no século 20 e representações do feminino na literatura boliviana do início do século passado.

Jô Serfaty

Jô Serfaty é cineasta e roteirista. Mestre em cinema pela Universidade Federal Fluminense(RJ), com a defesa da dissertação: “Periferias em movimento; notas sobre as margens no cinema contemporâneo”. Dirigiu e roteirizou cinco curtas -metragens. Os curtas se lançaram no desafio de experimentar linguagens híbridas, mesclando o documentário e ficção. Seu primeiro longa-metragem, Um filme de verão, recebeu o prêmio de melhor filme no festival L’alternativa Barcelona(2020) na Espanha e no Festival Transcinema(2020) no Peru. Ganhou também menção honrosa no Doclisboa(2019), além do prêmio Helena Ignez 2019 na Mostra Tiradentes, oferecido pelo Júri da Crítica a um destaque feminino da Mostra. Além de mais seis menções honrosas; Festival de Brasília (2019), Festival internacional de Mar del Plata, Argentina (2019), Janela Internacional do cinema, Recife (2019). Um filme de verão foi indicado e elogiado pela crítica da revista Cahier du cinema como um dos filmes favoritos para estrear no circuito de cinema da França em 2020. Seus trabalhos já estiveram no Lincoln Center (NY), Gotemberg Film festival (Suécia), Documenta-Madrid (ESP), Edimburgo Film Festival(Escócia), entre outros. Também atuou em projetos de cinema e educação na rede pública e hoje é professora de direção da Academia Internacional de Cinema (AIC). Foi uma das programadoras responsáveis por realizar a primeira mostra da cineasta Claire Denis e do cineasta Jia Zhang-ke no Brasil.