Segunda tem Geraldo Sarno e Cinema da Amazônia

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Por Bruno Carmelo | Papo de cinema

Nesta segunda-feira, 17 de maio, o 11º Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira, em formato online e gratuito, traz mais de uma dezena de filmes inéditos. A lista inclui onze curtas-metragens da Mostra Escola de Cinema da Amazônia, instituição peruana especializada em formar cineastas indígenas. As produções dos alunos refletem uma nova maneira de olhar para o cinema e para o cotidiano dos povos originários.

Para os cinéfilos interessados nos trabalho do cineasta Geraldo Sarno, três novos títulos do autor ficam à disposição do público, além da permanência de Sertânia (2019). Viramundo (1964), retrato do proletariado brasileiro; Coronel Delmiro Golveia (1977), obra entre a ficção e o documentário, e O Último Romance de Balzac (2010), sobre os limites entre o verdadeiro e o falso na ficção, são exibidos no site oficial do festival.

A Mostra Competitiva segue com a apresentação do brasileiro Subterrânea (2020), de Pedro Urano, imaginando uma caça ao tesouro pela história do Rio de Janeiro, além do mexicano Días de Invierno (2020), de Jaiziel Hernández, que acompanha a história de Néstor, jovem recepcionista de um hotel, hesitando entre ficar na cidade para cuidar da mãe e tentar a sorte nos Estados Unidos.

Quanto às atividades paralelas, segunda-feira traz um debate sobre Edna (2021), documentário poético de Eryk Rocha sobre os conflitos de terras no norte do Brasil (às 17h, no horário de Brasília), além de uma mesa sobre a vida e obra de Geraldo Sarno, com a participação do cineasta, dos profissionais que trabalharam em Sertânia e de Euclides Santos Mendes, pesquisador dos filmes do autor (às 19h, no horário de Brasília).